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FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN APRESENTA EXPOSIÇÃO “ARTE E MODA” INTEGRADA NAS COMEMORAÇÕES DO 70.º ANIVERSÁRIO

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN APRESENTA EXPOSIÇÃO “ARTE E MODA” INTEGRADA NAS COMEMORAÇÕES DO 70.º ANIVERSÁRIO

A exposição “Arte e Moda na Coleção Gulbenkian”, abre ao público a 18 de abril. A Fundação Calouste Gulbenkian, a comemorar o 70.º aniversário, vai reunir na galeria principal cerca de 100 obras e 140 peças de vestuário de marcas de alta-costura como a Dior, Balenciaga e Alexander McQueen e de criadores nacionais como Alves/Gonçalves, Maria Gambina e Nuno Gama. Com curadoria de Eloy Martínez de la Pera a exposição está patente até 21 de junho de 2026.

A Galeria Principal da Fundação Calouste Gulbenkian acolher a exposição “Arte e Moda na Coleção Gulbenkian”, aberta ao público entre 18 de abril e 21 de junho de 2026. A exposição pretende colocar em diálogo obras da Coleção Gulbenkian com figuras da alta-costura e do design contemporâneo. “O que une Vivienne Westwood ao século XVIII francês? Guo Pei a uma máscara funerária do Antigo Egito? Balenciaga a um baixo-relevo assírio? Ou Alexander McQueen e a Casa Givenchy a estampas japonesas?” é o mote lançado pela instituição.

Nesta exposição poderão ser apreciadas 100 obras de arte, do Antigo Egito ao século XX – incluindo pinturas, esculturas, joias e outros objetos –, e cerca de 140 peças de vestuário de designers portugueses como Alves/Gonçalves, José António Tenente, Maria Gambina, Nuno Gama e Nuno Baltazar e, no panorama internacional, Dior, Balenciaga, Yves Saint Laurent, Versace, Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood, Alexander McQueen, Guo Pei, Hubert de Givenchy e Azzedine Alaïa.

Com curadoria de Eloy Martínez de la Pera, a mostra integra as comemorações do 70.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian e é acompanhada por um catálogo ilustrado com fotografias de Jon Cazenave, “realizadas exclusivamente para este projeto”.

“A exposição é também um convite para compreender como a beleza viaja através do tempo. Os vestidos permitem-nos ler o que os textos nem sempre dizem: hierarquias, aspirações, rituais sociais, silêncios e revelações. Da pintura clássica ao design contemporâneo, o vestuário torna-se um espelho que mostra que a arte e a moda sempre partilharam o desejo de narrar o ser humano”, divulga nota da Fundação Calouste Gulbenkian.

Fotografias: ©Fundação Calouste Gulbenkian

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